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Depoimentos dos Pais

"Desde o mês passado, vivia numa contagem regressiva, pedindo que os dias se arrastassem para não ver chegar esse que foi o último da Luiza como aluna da Casa da Tia Léa. Cruzar o portão dessa casa pela última vez nessa condição me arrancou lágrimas. Foram quase seis anos de acolhimento e muito aprendizado pra Luiza e pra mim. Sim, pra mim também, porque quando a gente vive a experiência de levar um filho pela primeira à escola, é difícil saber quem está mais inseguro e a Casa da Tia Léa sabe compreender esse momento como ninguém. Minha eterna gratidão à Zoca, que me conquistou desde o primeiro contato, a Alice pela paciência e orientações a cada dúvida e medo que surgia, a todas as professoras e auxiliares que dedicaram conhecimento e carinho à minha filha, as tias da psicomotricidade ( a Luiza esperava o dia da "psico" com ansiedade porque amava), as "teachers" do inglês, ao tio Daniel e equipe que sempre produziram eventos lindos e emocionantes, aos profissionais da cozinha e da limpeza por cuidar dessa escola com tanto zelo, ao Francisco, em nome de todos os que ajudam na portaria e nos recebem sempre com simpatia e disposição, à Rosália por conduzir essa "Casa" tão bem e o meu agradecimento especial à Marilack, que foi um anjo pra gente nesses últimos anos. A Casa da Tia Léa nos ensinou que escola boa é a que construímos juntos, é a que diz o que tem que ser dito, a que ouve e tem humildade pra corrigir eventuais falhas e que, acima de tudo, não faz distinção. Vocês estarão sempre em nossos corações. Muito obrigada!!!".

Aline Oliveira, Mãe da Luiza Oliveira.

" Entramos para conhecer, escolher uma escola para deixar nosso pequeno Lucas todos os dias pela manhã. Queríamos um lugar agradável, onde ele pudesse aprender e brincar, onde tivesse carinho e fosse bem cuidado. Não houve muitas dúvidas, foi amor à primeira vista. O nome não podia ser mais adequado: aqui, não é simplesmente uma creche-escola, é uma CASA. Uma casa onde crianças e adultos sentem-se aconchegados, onde todos são iguais- respeitando-se suas diferenças, onde todos parecem felizes, onde esbarramos sempre em pessoas simpáticas e prestativas. Quando o Lucas saiu, ao entrar no 2o ano, a Caro já estava lá havia seis meses. Então, nossa história com a Tia Léa apenas continuou: saiu um, o outro ficou. Foram nove anos de uma convivência agradabilíssima. Fazendo uma retrospectiva, não lembro de uma vez sequer que tenhamos tido um aborrecimento mais sério. Aliás, muito pelo contrário, quase não houve aborrecimentos. Uma ou outra questão que precisasse ser resolvida foi resolvida. Aqui, nunca houve pendências. Mas, agora... Agora, chegou a vez da Caro. Ela terminou o 1o ano e vai sair da escola. Acho muito difícil descrever o que estou sentindo: um misto de tristeza, saudade, melancolia e gratidão. Não temos outro filho, mas a nossa história com essa "casa" não chegou ao fim: ela estará para sempre em nossos corações. Aproveitamos para agradecer, publicamente, a todos os profissionais que fazem dessa escola um lugar único e agradecemos, em especial, a todas as maravilhosas professoras e auxiliares de sala de nossos filhos; aos porteiros Francisco e Souza, sempre tão prestativos e atenciosos e com um "bom-dia" cheio de alegria; ao tio Daniel, que encheu a escola com mais energia e emoção através da sua arte; à tia Zoca, que é a doçura em pessoa; à tia Marilack, sempre tão cuidadosa; à tia Alice, que tem o dom de acalmar; à tia Yaskára, que nos deixa certos de que vai tudo muito bem e à Rosália, que coordena tudo isso com competência e amor, muito amor. Obrigada por tudo, todos esses anos. ".

Fabrícia Arraes, Mãe da Carolina Arraes.

" Ta acabando!!!!! Como é difícil sair de casa. Sim, lá verdadeiramente é a nossa casa, pois lá temos uma família. Família que foi construída com carinho, amor e respeito durante esses 6 anos e 5 meses. Obrigada a todos da Casa da Tia Lea por ter cuidado tão bem de nós durante todo esse tempo. Vocês moram nos nossos corações! ".

Lilian Parente, Mãe do Expedito Neto.

" Esta carta é para uma família inteira e meu empenho é tentar traduzir em palavras muitos sentimentos. O primeiro, e mais importante é o de gratidão! Sou muito grata por tantos momentos de vida e tantas conquistas que nossa relação proporcionou à mim e a minha família. Desde o primeiro contato com as berçaristas, quando deixei minha pequena Ana Tereza aos 7 meses sob os cuidados de uma casa que aos poucos pude também habitar e me sentir acolhida, passando por todas as etapas de uma mãe cheia de dúvidas que se confortou no encontro com tia Flavinha, tia Zoca, tia Marilac, tio Ronaldinho, tia Nívia, tia Maria, tia Karla, tio Dani, tio Ferreira, tia Rafaela, tia Adriana, tia Ana, e tantos outros profissionais competentes, cuidadosos e parceiros, até a evolução do meu fazer profissional no que diz respeito a educação, sobretudo à arte-educação!
Tem algo que gostaria de dizer, apesar de achar que isso é claro entre nós.
Antes eu não poderia imaginar que o meu trabalho de artista poderia ser tão valorizado!
A realidade da carreira profissional de um artista que vive nesta sociedade, um tanto quanto alienada, é muito cruel. Entre os altos e baixos de visibilidade e continuidade de realização de projetos, lidamos com as dificuldades de um péssimo retorno financeiro o tempo inteiro.
A permuta entre os serviços que trocamos concedeu, sob meu olhar, ao meu trabalho de atriz e de cantora um reconhecimento e um valor inestimável!
Enxergar que o meu ofício, aquele que descobri como vocação desde pequenina quando eu frequentava a escola, foi o grande provedor de algo tão importante e significativo na vida da minha filha, despertou em mim um desejo de busca por condições para conseguir realizar as ideias e os projetos que pulsam dentro do meu ser-artista!
Muito obrigada!
Para além de tudo isso, eu ainda sinto que continuarei agradecendo, e se faz necessário tocar noutro sentimento; o afeto. Ouvi, vi e percebi diversas vezes a Rosália e sua família tratando desse ponto com muito cuidado e muita naturalidade. Toda a afetividade presente em cada canto desta escola rege as diretrizes do cotidiano de quem trabalha e de quem estuda ali. Eu sou exemplo disso. Eu, minha filha, os amigos que fizemos, os alunos que conheci dentro da Casa da Tia Léa e os que conheci chegando no colégio Santa Cecília. São características sutis, contudo, profundamente arraigadas em todos que vivenciam experiências nesta casa.
A permissão que me foi dada para chegar tão perto desta casa e desta família me permitiu também chegar a um ponto de observação e respeito e desta forma pude apreender lições pra vida!
A decisão de levar Ana Tereza para outra escola e de deixar a turminha de teatro não foi nada fácil. Foi necessária e muito pensada. Agora até já me sinto um pouco mais segura, pois as coisas estão se ajeitando, mas a saudade é enorme.
Conversando com amigos, pais dos amigos da Teca, nós chegamos à uma conclusão; ninguém tem vontade de tirar seus filhos desta casa, nem eles de sair. Se fazemos, nos parece que será sempre por questões externas.
Bom, pra finalizar, deixo meus sentimentos de alegria, confiança e parceria! Serei mais uma "marketeira" do bem, ao me referir a esta escola. E serei sempre uma parceira! Contem sempre comigo!
Estou buscando novos passos, principalmente na trajetória da cantora e da atriz, mas continuarei sempre por perto, e me sinto desta família, da Casa da Tia Léa. ".

Andréa Piol, Mãe da Maria Teresa.

" ... todos os melhores alunos do Espaço Aberto vem da Casa da Tia Léa. A escola nos ensinou muito bem a desenvolver o raciocínio lógico. A Sara ficou em 3º lugar na Olimpíada Brasileira de Informática".

Adriana, mãe de Sara e Iara.

" Sempre tira boas notas, foi o 1º lugar de todas as turmas do 6º ano no colégio Christus. No lado social e religioso, faz questão de ir à missa aos domingos e coloca Deus em primeiro lugar. É um neto muito responsável."

Estefânia, avó de Vitor Pontes.

“ Demonstra estar muito feliz no colégio 7 de Setembro. Participa de tudo e o que é melhor, só tira bons resultados. Só tenho a agradecer a equipe da Casa da Tia Léa, pois os ensinamentos que Marília recebeu, estão trazendo bons resultados sem deixar de citar a proposta construtivista onde desenvolveu sua criticidade, expressando-se de forma clara e precisa.”

Hélia Karúsia, mãe da Marília, Adriano e Marina.
Adriano e Marina ainda permanecem na Casa da Tia Léa.

“ A Casa da Tia Léa contribuiu muito para que Rafael obtivesse bons resultados cognitivo e emocional como se a escola fosse a nossa 2ª casa. A Casa da Tia Léa ensinou disciplina, respeito ao próximo e diversos valores morais. Na parte do ensino formal não deixou a desejar. Nota 10 em tudo. Rafael estuda na escola Santa Cecília”

Ivana, mãe de Rafael Dantas.

“ Nesse semestre obteve bons resultados. As vezes não se dá bem em uma prova, mas tem total capacidade de recuperação. É muito interessado, curioso. Aprendeu a estudar só! Assim que entrou no Santa Cecília ficou meio “deslumbrado”, meio “malandro”. Mas depois entrou no ritmo. Tem senso crítico enorme, para um pouco para analisar as novas situações que está vivendo, não se deixa levar. Aprecia nos novos relacionamentos valores como a amizade, a educação e o companheirismo."

Luce, mãe de Filipe e Laís Galvão.
Laís ainda permanece na Casa da Tia Léa.

“ A Carol se saiu muito bem com todas as notas acima de 9 na escola Dráulia Bringel. No aspecto disciplinar Carol aprendeu a questionar. Ela é organizada e responsável.”

Quézia, mãe de Carolina e Beatriz.
Beatriz permanece estudando na Casa da Tia Léa.

“ Yago não teve nenhum problema de relacionamento com os seus colegas da nova escola, Sapiens. O primeiro semestre saiu-se muito bem nas disciplinas tendo uma queda no segundo semestre por motivo de saúde. A Casa da Tia Léa contribuiu bastante para o desenvolvimento social e ético de Yago. "

Eridan, mãe de Yago e Jõao Victor.
João Victor permanece estudando na Casa da Tia Léa

“ Estão bem adaptados na nova escola,Santa Cecília, inclusive o André é o líder da sala. Sempre tiram 9 e 10 nas provas. Escrevem bem e são muito responsáveis. Tudo isso só podia existir com o apoio da Casa da Tia Léa."

Sofia Maciel, mãe do André e do Ângelo.

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